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quinta-feira, 26 de março de 2009

Weinhenstephaner Vitus

Parceria,

A Weinhenstephaner é a cervejaria mais antiga do mundo. Funciona ininterruptamente desde 1040. Isso mesmo, quase mil anos!!!

Pois bem, essa cervejaria é uma mistura de estatal, escola e cervejaria. Aqui no Brasil, já conhecíamos as versões HefeWeiss e Dunkel (minha preferida). Não tão comum, mas achada aqui há algum tempo, é a Tradition.

Porém, recentemtente aportou em terras tupiniquins a gloriosa Vitus. Os monges da "Stephani" ciraram esse óleo no começo de 2007. Na verdade é uma Weizenbock, com teor alcoolico estimado em 7,7%.

Ao despejar o líquido na taça, percebemos a primeira característica. Ao contrário das bocks tradicionais de cor avermelhado, cobre, essa cerveja tem o corpo claro, amarelo turvo. A cabeça tem boa formação e média duração.

No aroma, cravo, banana e pão. O paladar segue essa linha e o alcool é muito bem inserido. Boa transição.
Custa em torno de R$ 12,00 e é encontrada em bons supermercados, na internet e alguns empórios. Nunca encontrei em restaurantes.

Gezondheid,

JF

terça-feira, 24 de março de 2009

Novos Ares à Vista!


Parceria,

Ainda nem completamos um mês de vida, mas como prometido, vamos evoluir. A partir de hoje estamos reformulando o blog. Aos poucos iremos ter um novo lay-out, apresentando um conceito totalmente diferente do atual.

O formato também mudará. Vamos tentar escalar alguns cervejeiros para escreverem colunas semanais, vamos elaborar uma ficha de degustação para padronizar e incluiremos muito mais blogs de parcerias e sites interessentes sobre o mundo da cerveja.

Queremos trazer mais notícias do mundo cervejeiro, as histórias de algumas cervejarias e da cerveja propriamente dita.

O objetivo agora é crescer para alcançar o maior número de cervejeiros, sem perder o caráter pessoal, de bate papo entre amigos.

Feito o anúncio, só me resta ir comemorar a nova fase do Mammoth. Estou a caminho do Beco do Rato na Lapa. Dia de samba.

Gezondheid,

JF

segunda-feira, 23 de março de 2009

CRISIS!!

Parceria,

Apesar do aparente crescimento do mercado de cervejas especiais brasileiras, estamos no meio de uma crise que pode ser determinante para o futuro. Se liguem na carta do Marco Falcone (Falke Bier).

"Amigos,

Venho falar a todos vocês sobre um tema de alta relevância. Peço que leiam com atenção pois isto é a sobrevivência ou a morte da cultura cervejeira no Brasil.

Depois de décadas de impedimento, de obscuridade e de privação com relação à livre escolha com relação às cervejas especiais (chamo estas décadas de "os anos de chumbo da cerveja"), como todos vocês já sabem, surgiu no Brasil, como na Europa e América do Norte há poucos anos esta magnífica e exuberante revolução das cervejas artesanais. Não perderei tempo com este histórico pois já é de conhecimento de todos.

Particularmente, nós da Falke Bier entramos de cabeça, largamos tudo, nos dedicamos ao máximo não só em prol de nossa cervejaria, mas também em prol da cultura cervejeira no Brasil. Fizemos em Minas um movimento pesado, organizamos o setor de cervejas no Sindbebidas e ajudamos a criar no SEBRAE uma pasta específica para o setor das micro cervejarias englobando também as cervejas caseiras. Abrimos nossa cervejaria à todos que quizessem conhecer, acompanhar o processo. Arrebatamos dezenas e dezenas de novos aficcionados.

Em termos nacionais, incentivamos a formação de várias Acervas, apoiamos e patrocinamos todos os Concursos Nacionais, desde o primeiro no Rio de Janeiro, em 2006, quando enviamos um barril de Red Baron. Temos contribuido de forma aberta com vários foruns, inclusive no Orkut.

Incentivamos e trouxemos de volta para o movimento figuras como o Mestre Paulo Schiaveto, que hoje é grande referência não só no Brasil, como no mundo. Isto, para não citar outras ações, como cursos, palestras, harmonizações dirigidas, que devem estar na memória da maioria de vocês.

Ousamos formulando receitas especiais, lançamos o primeiro chopp comercial com o malte torrado na própria fábrica. Formulamos a primeira cerveja Tripel comercial fabricada no país. Partimos para outros estilos, investimos pesado em uma IPA também objetivando dar acesso a todos a esta diversidade de estilo, isto tudo, apesar dos abusivos impostos que éramos obrigados a arcar, com se fôssemos grandes cervejarias, ficando claro a injustiça com relação ao poder contributivo, para empresas de tão pequeno porte.

Isto também ocorreu com as demais micro cervejarias do Brasil, cientes da necessidade da expansão da cultura cervejeira no país. Quem não sabe das investidas fantásticas da Colorado, ousando incrivelmente, da Bamberg com sua diversificada carta, da Backer, da Krug (Austria), da Wäls com fantásticas cervejas, da Dado, Schmitt, da Abadessa, a Coruja, nem vou me extender para não cometer a injustiça do esquecimento, mesmo sabendo que já estou incorrendo nesta falha.

Também obtiveram crescimento outros atores da cadeia produtiva, como os fornecedores de matéria prima, de equipamentos, consultores como a fantástica Cilene Saorim entre outros (olha eu novamente cometendo injustiça por ouvidar nomes), publicações diversas, bares e restaurantes especializados em gastronomia, sobretudo os de cervejas especiais, delikatessens, supermercados gourmet, fornecedores de acessórios, etc.

Fantástico o momento, não? Não. O Governo federal resolveu acabar com isto tudo. Promulgou, a partir de 1o. de janeiro deste ano uma lei, injusta e confiscadora que promoverá a curto prazo a inviabilidade de nossa atividade no Brasil. Mata os fabricantes existentes e aborta os fetos que são os homebrewers. Sobrarão alguns poucos na informalidade.

Na verdade, atendendo a interesse de que nem sei de quem, foi criada uma pauta para os tributos federais (PIS, COFINS e IPI - Leis 11.727 e 11.827) que oneraram inacreditavelmente todos os micro cervejeiros no país. Isto em um momento de crise, em que inclusive, alguns setores da economia tem sido contemplados com isenção de IPI.

Para tentar reverter esta situação, reunimos algumas micro cervejarias, no mês de dezembro passado (2008), em São Paulo, mas ainda nos encontrávamos nocauteados, não obtivemos um norte naquela reunião.

Progredindo na tentativa de reação, cada micro cervejaria passou a pesquisar, consultar suas bases jurídicas e tributárias e debater via e-mail uma solução. Com a recente consolidação da ASCASC - Associação das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina, dotada de uma excelente organização e com um significativo número de integrantes, e ainda, da proximidade com o Rio Grande do Sul, outro estado que envolve um grande número de micros (25, segundo o Gustavo da Schmitt), além da proximidade do Sudeste, realizamos ontem, dia 20 de março, uma reunião que pode ser o marco de uma reviravolta desta derrama que o governo está promovendo em nosso setor.

Com presença das Micro Cervejarias Schornstein (SC), Zenh Bier (SC), Saint Bier (SC), Euro Bier (RS), Cervejaria da Ilha (SC), Schmitt Bier (RS), Ralf Bier (RS), Wäls Bier (MG), Krug Bier (MG), Colorado (SP), Fake Bier (MG), Opa Bier (SC), Borck (SC), Bier Land (SC), Das Bier (SC), Sud Brau (RS), além dos Advogados Jorge Glitzer, presidente da Acerva Gaúcha e do José Cândido Borba, Advogado Tributarista, também distribuidor de cervejas especiais, residente em Florianópolis.

Nosso propósito é nos municiar de todos e quaisquer argumentos, de toda e qualquer prova da inviabilidade que nos impingiram, formulando, além de planilhas abertas para cada micro cervejaria, para cada Estado uma documentação comprobatória da situação.

Temos a favor - O que ocorrerá com o setor se obtiver tratamento tributário justo:

- Maior número de micro cervejarias, com a adesão de um grande número de empresas atraídas pela viabilidade do empreendimento;
- Maior número de empregos/litros de cerveja, e também relativo aos empregos indiretos;
- Valorização da mão-de-obra local com especialização;
- Diminuição da informalidade no setor;
- Incremento no setor gastronômico, com novas oportunidades para bares e restaurantes;
- Aumento de produção e consequentemente vendas, nas empresas já estabelecidas;
- Ampliação da oferta de estilos, consolidando o país como uma nova escola cervejeira;
- Maior oferta aos amantes, apreciadores e degustadores, que passarão a consumir o produto nacional em detrimento das importadas;
- Possibilidades de exportação, ampliando as fronteiras do país;
- Beneficiamento signigicativo do turismo em todos os Estados contemplados;
- Resgate histórico e cultural de uma cultura milenar que está enraigada no brasileiro;
- Estímulo ao consumo responsável, já que cerveja artesanal se consome em menores volumes.
- Benefícios à saude, já que são bebidas ricas em complexos vitamínicos e não utilizam conservantes e produtos químicos lesivos;
- Embora o álcool em quantidades elevadas possa ser nocivo, no caso das cervejas artesanais o estímulo é pelo consumo reduzido;
- Aumento na arrecadação de impostos.

Contra - O que ocorrerá com a manutenção do novo regime tributário:

- Retração de novos empreendedores;
- Aumento da informalidade;
- Privação dos amantes,degustadores e apreciadores em geral das novas e excelentes cervejas, obrigando-os ao velho cartel;
- Retração em toda a escala produtiva, inibindo aumento nos empreendimentos;
- Estancamento desta nova atividade cultural, histórica e turística;
- Prejuízo para todos, inclusive para o poder público.

Consideramos ainda que a perda arrecadatória com o atendimento a nosso pleito é insignificante à Receita, somos apenas 0,18% da tributação nacional, e que os ganhos com a adesão de novos empreendedores superam significativamente.

Fundamentada a idéia, gostaria de solicitar a colaboração de todos da cadeia produtiva. Em breve estaremos lançandos acões, manifestos, abaixo-assinados, até participação em passeatas, tudo que possa mostrar a força de nosso movimento.

Na reunião do dia 20, formamos algumas comissões para transformar em números e planilhas o que foi aqui exposto. Estamos com nova reunião marcada, para consolidar isto tudo no dia 24 dia abril, em Florianópolis, na FIESC, mesmo lugar.

Solicitamos a todos sugestões, contribuições com análises ponderadas, vislumbramento de canais que viabilizem nosso pleito.

Vamos à luta, amantes da boa cerveja. Divulguem à todos de boa razão.

Um abraço, e "Pão e Cerveja!"

Marco Falcone
Micro Cervejaria Falke Bier
(31)8483.9046 Fax (31)3624.8439
marco@falcone.com.br e marco@falkebier.com.br
Visite nosso site: http://www.falkebier.com.br/"

Gezondheid,

JF

sexta-feira, 20 de março de 2009

Friday Weiss Nite!!

Parceria,

Hoje, depois do trabalho, passei no Farinha Pura, no humaitá, e fiz a festa. Vi as novidades e deixei uma parte da minha graninha lá.

Eis a lista de compras:

- Paulaner Urweisse
- Licher Weizen
- Cheers Black Ale
- Union
- Kit Petra Weiss
- Kit Petra Bock

Junto com as cervejas que eu já tinha aqui na taberna, deu pra fazer uma bela noitada. Escolhi só as de trigo hoje. Friday Weiss Nite

A primeira da noite foi a Colorado Appia. Esta é uma weiss diferente das outras. Isto porque leva em sua composição mel. Aliás, todas as Colorados tem algum ingrediente caracterizante da identidade nacional (café, aipim e mandioca). A garrafa é um pouco maior do que as de trigo normais. Ela vem envasada em 600 ml e comprei já com as novas tampinhas Pry Off. No aroma senti leve presença do mel. No paladar nada diferente do que se espera de uma cerveja de trigo. A cabeça e a coloração não chama a atenção. Pelo preço (R$13,00, mais cara que algumas importadas) é uma cerveja abaixo da média.

Não sei porque comprei as Petras, talvez tenha sido por causa dos copos, mas já que estavam aqui, inclui a weiss no menu. É fabricada pela Cervejaria Petrópolis, responsável pela Itaipava e que vem crescendo e abocanhando uma boa fatia do mercado brasileiro. Está quase ultrapassando a Schin e já começa a preocupar a ABinbev.

Visualmente ela não apresenta aquela turbidez característca das weiss, é mais dourada. O paladar é normal, se encontra presença de cravo e banana. O creme não é muito persistente. Não é uma cerveja de destaque, mas vale sempre a tentativa de se criar novas cervejas e mudar a cultura do cervejeiro brasileiro.

Terceira da noite foi a Licher Weizen. Da mesma fábrica que a Bitburger, é uma cerveja turva, meio laranja. Tem boa formação de espuma, mas acaba rápido. Mesmo em um Weizen, a espuma deixa de existir. Não entendi. Tem um aroma um pouquinho diferente, não consegui identificar muito bem. Talvez baunilha ou aveia. É uma cerveja leve, refrescante. O teor alcoolico estimado é 5,4%.

Não foi a melhor das seleções, mas valeu a pena para matar a ansiedade pro grande dia de amanhã. As 10 da manhã começa o XIII curso de produção de cerveja artesanal da Confraria do Marquês e eu sou um dos alunos.

Vale lembrar que todos os óleos foram servidos em copos Weizen.

Gezondheid,

JF

quinta-feira, 19 de março de 2009

Duelo Dubbel

Parceria,

Hoje faremos mais um embate. Selecionei duas cervejas do estilo dubbel. Estrangeiras vs brasileiras. Corsendonk Pater Dubbel vs Wäls Dubbel.

Primeiro a gringa. A cerveja já chama atenção pela garrafa. É uma long neck, marrom bem escuro, e o rótulo vem pintado na garrafa. A figura é uma cena religiosa, com Marie de Corsendonk segurando uma criança.

Essa dubbel é bem escura, avermelhada contra a luz e tem um cheiro delicioso. A cabeça tem boa formação, cor bege e é persistente. O paladar é doce, dá pra sentir um pouco de frutas vermelhas. Comprei essa boa belga, de 7,5% de teor alcoolico, no Belgian Beer Paradise, mas não lembro o preço e bebi na taça da Bohemia escura. A taça não custa mais que R$ 15,00 nas lojas americanas.

Hoje é dia de samba lá na barra, o Samba Dá Sopa, do maior lateral esquerdo de todos os tempos. Maestro Júnior. Aliás, devo os parabéns ao maior lateral direito da história brasileira. Parabéns pelos seus 50 anos Leandro!!!

Agora vamos a nossa dubbel brasileira. Feita pela Wäls, a boa cervejaria mineira, a dubbel é a preferida do Edu Passareli. Vamos testá-la. A garrafa segue o estilo das demais. Long neck com a capa protetora em cima. Classe! Essa cerveja forte escura tem 7,5% como a outra. A coloração é bem escura. Coloquei contra a luz e não há o avermelhado. A cabeça também é bege e duradoura. O aroma achei diferente, um pouco floral. No paladar senti um pouco de laranja, ou outra fruta cítrica. É uma cerveja curiosa, "misteriosa", já que precisamos sempre de mais um gole para saber o que é exatamente o que estamos sentindo. Gostei bastante também dessa dubbel.

Vai ser bem dificil escolher. Então vamos por parte. A coloração. Por serem bastante parecidas, não há vencedoras. O teor alcoolico é o mesmo. A garrafa da Corsendonk é mais bonita, apesar da Wäls caprichar também. Ponto para a gringa. Preferi o aroma da Corsendonk. Acho que o paladar das duas são diferentes, ambos muito bons, mas a Wäls leva essa ligeiramente. Dessa vez, servi em uma taça da Therezópolis.

Bom, não ajudou em nada separar por categorias. Quando uma ganha da outra, é por muito pouco. Seria injustiça declarar uma melhor que a outra. São dois óleos de ótima qualidade, provando que os brasileiros fazem excelentes e complexas cervejas.

Um empate quando falamos em degustação de cervejas nunca é ruim.

Gezondheid,

JF

terça-feira, 17 de março de 2009

St. Patrick´s Day!!!

Parceria,

Ontem foi de São Patrício. Tá, e dai? Quem é esse?

São Patrício foi um missionário, nascido na Grã Bretanha. Aos 16 anos foi capturado e vendido como escravo para a Irlanda. Depois de um tempo, escapou e retornou para sua casa.

Após 6 anos, começou sua vida religiosa e decidiu voltar para a ilha, da qual tinha fugido, com objetivo de pregar o evangelho. Sua missão teve um grande sucesso, e São Patrício conseguiu converter centenas de pessoas, usando um trevo de três folhas para representar a Santíssima Trindade.

E por isso, São Patrício virou padroeiro da Irlanda. E o motivo do post de hoje, é que todo dia 17 de março, no mundo todo, se comemora o dia de São Patrício regado a muita cerveja e comidas típicas. Em diversos países, há "parades", e todos se vestem de verde, para os festivais.

Os irlandeses são naturalmente apaixonados pela Guinness, então imaginem neste dia. E ainda fazem diversos outros drinks tradicionais do St. Patrick´s Day, como Half Half. Neste drink servimos metade de um pint com Harp, por exemplo, depois colocamos uma colher em cima, com a parte côncava virada para nós, e devagarinho colocamos a Guinness. Dessa forma, a Guinness não vai misturar de imediato com a outra cerveja.

Além desse drink, temos o Irish Car Bomb. Um pint de Guinness, um shot metade licor e metade uísque. Jogamos o shot dentro do copo e aí é hora do virasso!!! Sem contar com o uísque Jameson e os chopps verdes (Chopp normal com corante).

Sabendo disso, eu e o parceria Nolasco fomos direto para o Shenanigan´s. Chegamos na porta e estava completamente lotado, com uma fila gigantesca. No chance!! Viramos a esquina e tentamos o The Irish Pub. Até dava para entrar, mas tava muito cheio e a galera tava bebendo seus chopps verdes do lado de fora.

Pensamos direito e partimos pro Big Ben Pub, em botafogo. Também teria programação voltada pro dia e distribuição de brindes da Heineken, mas não tinha ninguém. O pub estava aberto, porém deserto. A aventura parecia estar no fim e resolvemos, por desencargo de consciência, ir no Lord Jim Pub, em ipa.

Para nossa alegria, a casa estava festejando com show ao vivo, e distribuição de brindes. 3 pints valiam uma camiseta especial, mais 3 pints e ganhávamos o boné. Mas, como chegamos tarde, só conseguimos a camiseta, apesar de termos bebido 8 pints cada um.

O importante é que conseguimos celebrar o dia e temos a certeza que, depois de tanta insistência, ano que vem São Patrício vai nos abençoar.

Ontem também serviu para constatarmos como, nós cariocas, somos carentes de pubs. Ainda mais agora que o Asdrubal´s fechou. Vida que segue.

O Lord Jim Pub fica na Rua Paul Redfern, nº63, em ipa.

Viva São Patrício!! Viva o Lord Jim Pub!! Viva a Heineken!!

Gezondheid,

JF

segunda-feira, 16 de março de 2009

A Volta ao Aconchego


Parceria,

Estou em falta, admito, mas é uma por uma boa causa. Os últimos dias da semana passada foram intensos, só tive tempo de óleo e ressaca.

E vem justamente dessa maratona, o tema do post de hoje. Sábado já acordei cheio de sede e planejava almoçar no Chico e Alaíde, no leblon. Porém, o parceria Izan sugeriu o Aconchego Carioca.

O Aconchego tem endereço de botequim, tamanho de botequim, cara de botequim, mas é a maior carta de cervejas do Rio de Janeiro, contando com mais de 90 rótulos, sem contar que é a cozinha bicampeã pela Veja Rio e a casa da AcervA carioca.

Inaugurado em 2002, pelas sócias Kátia Barbosa e Rosa, é especializado em comida nordestina. É um sucesso absoluto, vive lotado, por isso liguem para reservar a mesa antes de aparecerem por lá.

Cheguei na porta e não deu outra. 8 mesas na minha frente!!! E eu cheio de fome!! Até conseguir sentar na mesa, resolvi pedir uma porção de bolinho de feijoada. Recheado com couve e bacon, esse petisco impressionou, inclusive, o chef Claude Troisgros. Para acompanhar pedi uma Schneider Aventinus. Boa cerveja de trigo escura.

Ainda lá fora, pedimos uma Oettinger Export. Cerveja alemã não tão boa, e estava fora da validade (não que isso atrapalhe de uma forma geral, mas nesse tipo deveríamos beber o quanto antes).

Quando conseguimos uma mesa, não perdemos tempo e pedimos um baião de dois para comer. Vem com feijão de corda, arroz, bacon, linguiça, torresmo, cebola, e queijo coalho gratinado. Custa R$ 45,00 e a porção é extramente generosa. Quatro pessoas podem rachar um prato. Logo, eu e o parceria não aguentamos tudo.

Depois disso, recomeçamos com a Serramalte só para limpar o estômago e nossa estada no Aconchego chegou ao fim.

O ponto baixo do dia fica pelo empate ridículo do mengão contra o Tigres do Brasil. Lamentável.

O Aconchego Carioca fica na Rua Barão de Iguatemi, nº388, Praça da Bandeira. E o telefone para reserva é 22731075.

Gezondheid,

JF